Fera Impetuosa
A seguir um poema que eu escrevi quando estava no ônibus. Eu estava um pouco triste por algo que ocorrera logo pela manhã.
As garras negras rasgavam a carne
sem piedade
A boca faminta se manchava
a cada dentada voraz
Os olhos vazios tornavam-se vivazes
enquanto o brilho dos outros se esvaia
Carne dilacerada
Boca maculada
Vida roubada
Assim a fera impiedosa se mantém

Passei por aqui e gostei do que vi, ouvi, cheirei, comi, toquei e fui tocada. Obrigada Maria, por esse momento de leitura. Abraços.
ResponderExcluirMuito obrigada por ter lido. Espero continuar conseguindo transmitir o que sinto quando sou invadida pelo dom da palavra. Abraço correspondido!
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