Vestígios de um duelo
De cima vem um olhar frio de baixo um olhar suplicante aqui dentro o ar é sufocante lá fora, a noite é um pulmão ofegante Sangue que sobe pela garganta como a lava borbulhante do vulcão bloqueando qualquer suspiro de vida e despejando-se pelo chão O luar refletia no peito suado que buscava no ar impregnado oxigênio para se manter Depois do duelo travado depois de suor e sangue derramados só há um corpo vivo para a lua ver. ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ Hoje, na aula de Teoria do texto Poético, a professora nos passou um texto e, depois de lê-lo, pediu que produzíssemos algo, em prosa ou verso, baseados no tema "lá fora, a noite é um pulmão ofegante." Eu e minha dupla/colega de sala/amiga, Beatriz Góes ( blog Caderno de Devaneios ), produzimos o poema acima. Espero que tenham gostado.